Cuidados
com as esquadrias de alumínio pintadas ( pintura eletrostática
)
Peças pintadas que caíram argamassa:
Deve-se tomar muito cuidado para retirar a argamassa, não
esfregando o lugar afetado, pois a areia irá atritar o alumínio
pintado. Para limpeza deve-se ir jogando água e esfarelando
com o dedo somente no lugar afetado.
Obs.: Existe no mercado produto levemente ácido que não
ataca a pintura e remove os respingos de cimento, ajudando no esfarelamento
do mesmo.
Ex.: Removedor A-700 da firma Amplexa.
Respingo de tinta látex na peça pintada:
Retira-se com um tecido (flanela), umedecido com álcool não
podendo em hipótese alguma utilizar outros solventes ,tais
como: thiner, acetona etc.
Obs.: A utilização do álcool deverá
ser somente para retirar o respingo de tinta látex. Não
utiliza-lo como produto de limpeza.
Peças com arranhões:
Se forem leves, usar cera de polir automotiva do tipo Grand Prix.
Se forem fortes, utilizar massa de polir n.º 02, no entanto,
após sua aplicação a pintura irá perder
um pouco a brilho, porém poderá ser melhorado com
a aplicação de Grand Prix.
Peças Danificadas necessitando retoques:
As peças que sofreram uma batida forte, deverão sofrer
um lixamento local com a lixa n.º 300 ou 400. Limpar com pano
umedecido em álcool e aplicar a tinta líquida retoque
(alquídica modificada). No entanto, o seu uso é somente
no local e não serve para pintar todo o perfil, pois tem
uma dureza inferior a película de tinta curada em estufa.
Fitas adesivas para proteção de aixilhos pintados
durante a obra:
As fitas adesivas deverão ter garantia quanto à resistência
aos raios solares, no sentido de não aderirem em demasia
ou ressecar sobre as peças pintadas, até a época
de sua remoção.
Ex.: Fita 3W 26X da 3M Scoth do Brasil.
Cuidados
com as esquadrias de alumínio Anodizadas
Cuidados especiais devem ser tomados, quando a instalação
das esquadrias depararem com a obra, em fase de reboco ou com seus
resíduos aquosos (infiltração de laje). Estes
causam danos irreversíveis em contatos com as superfícies
anodizadas. Como precaução aconselha-se o uso de películas
em PVC, que resistam aos raios solares (Ex.: Fita 3W 26X da 3M Scoth
do Brasil) ou vaselina sólida, a qual pode ser removida com
solventes orgânicos como Água Raz, Thiner e outros,
tomando os devidos cuidados com as guarnições.
Ácidos:
Sendo comum o uso de ácidos muriático e fluorídrico
como agentes de limpeza em término de obra, toda as esquadrias
próximas, deverão ser protegidas, pois o ataque destes
produtos podem remover a anodização do caixilho.
Limpeza:
A remoção da vaselina ou limpeza do caixilho, para
revisão e entrega do mesmo, faz-se com panos ou flanelas
umedecidas em solventes orgânicos como Água-Raz ou
Thiner. Não fazer uso em hipótese alguma de ferramentas
abrasivas ou pontiagudas (lixas ou facas).
Manutenção:
Detergente ou sabão neutro aplicados com uma esponja macia,
darão maior proteção a Anodização.
Em caso de detritos mais aderentes, fazer uso de massa de polir
(Coral n.º2). Desaconselha-se o uso de sabão em pó,
por ser alcalino.
Conforme a norma ABNT 12.609 salienta que em zonas marítimas
(CLORO) e zonas industriais (ENXOFRE), oferecem alta agressividade,
e a deterioração da camada anódica dependerá,
do nível e freqüência que a limpeza se realiza,
pois a deposição de detritos aumentam as condições
de corrosão provocadas pelo cloro e enxofre, limpeza dos
caixilhos nestas áreas, serão feitas em períodos
entre 1 a 6 meses.
A freqüência de limpeza obedecerá a seguinte
orientação
Zona Marítima: 1 mês
Zona Industrial – 6 meses
Zona de baixo risco de agressão – 18 meses. |